A Fox Films do Brasil enviou ao Omelete com exclusividade o trailer legendado de Jennifer's Body, que por aqui ganhou o título de Garota Infernal. Se você já é fã de Megan Fox (Transformers), prepare-se para vê-la sorrindo, abrindo o zíper de sua roupa e matando alguns colegas do colégio...
Nunca antes uma data na história tem sido tão significativa a muitas culturas, religiões, cientistas, e governos. Um cataclisma global traz um final para o mundo e do esforço heróico dos sobreviventes.
Dois espetáculos prometem cansar os músculos do rosto de tanto rir. O Eterno Analista (O filho Gay e a Sexóloga) será apresentado sábado, às 21h, no Itaimbé Palace Hotel. A peça (foto) é baseada no livro O Analista de Bagé, de Luis Fernando Verissimo, e tem ingressos a R$ 20 (na hora), R$ 15 (antecipados) e R$ 10 (estudantes, idosos e Clube do Assinante do Diário).
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No domingo, volta a Santa Maria Guri de Uruguaiana, com sessões às 18h e às 20h. O espetáculo revela o humor de Jair Kobe e dos personagens que o acompanham. Ingressos a R$ 30 (público geral), R$ 25 (sócios do Theatro e do Clube do Assinante do Diário) e R$ 15 (estudantes e idosos).
Vanderson (atrás, a partir da esq.), Julio, Arion, Tiago e Aniele (à esq.) e Aline (à dir) exibem o troféu de campeão, conquistado ao lado da cantora Deborah Rosa, que não pôde participar da foto
Representantes da região conquistam prêmios no 24º Enart
No último fim de semana, o Parque da Oktoberfest de Santa Cruz do Sul deu lugar ao tradicionalismo gaúcho. Peões e prendas de vários rincões participaram do 24º Encontro de Artes e Tradição Gaúcha (Enart), que começou na sexta-feira à noite e se estendeu até domingo.
Dois representantes da Região Central foram os vencedores em suas modalidades. Na categoria Conjunto Vocal, quem levou a melhor foi o CTG Sentinela da Querência, de Santa Maria, que participa do evento desde 1986. O conjunto já havia conquistado o título em 1998. Com o pout-pourri Oração à Terra, os integrantes do grupo – Aline e Aniele Freire, Deborah Rosa, Tiago Pozzatti, Júlio Pereira e Arion Pilla – conquistaram o primeiro lugar. Vanderson Rocha também faz parte da turma, mas não esteve em Santa Cruz.
– É claro que nós trabalhamos com os elementos técnicos, mas a grande característica do nosso conjunto é a interpretação. Foi isso o que nos deu o título neste ano. O nosso trabalho passa muito mais por arte do que por técnica. Em Santa Cruz do Sul, nós fizemos arte – comenta Arion Pilla, 45 anos.
Após a apresentação, enquanto descia do palco e escutava os aplausos da plateia, o conjunto vocal do Sentinela da Querência sentiu que estava mesmo no páreo.
– Naquele momento, percebemos que havíamos conquistado o troféu que tínhamos ido buscar. A emoção que sentimos na hora não tem preço – diz Arion, ainda emocionado.
Outro vencedor da região foi Fabio Malcorra, 31 anos, do CTG Adaga Velha, de Rosário do Sul. Ele foi o melhor na Declamação Masculina. Como a família de Fabio tem origens campeiras, para ele, foi mais fácil transmitir a mensagem do poema. Essa capacidade do intérprete é levada muito em conta pelo júri.
Fabio fez bonito e faturou o 1º lugar na declamação masculina
– Eu me criei no lombo de um cavalo. O poema que declamei, Erosão, de Guilherme Coralles, é bem campeiro. Lutei bastante pelo prêmio. Ensaiei até de madrugada – diz Fabio, segundo lugar na categoria em 2004 e 2008, e terceiro, em 2005.
Destaques – Santa Maria teve outros destaques no Enart. Jean Diniz, do DT Querência das Dores, ficou em segundo colocado na Chula. Gustavo Maycá de Souza e Natalia Oliveira Fonseca, da mesma entidade, conquistaram a segunda colocação em Dança Gaúcha de Salão, e Gilson Miguel Brasil Vieira, do CTG Farroupilhas, arrematou o terceiro lugar como Intérprete Solista Vocal Masculino.
O troféu mais cobiçado, o de Danças Tradicionais – Força A, ficou com o CTG Aldeia dos Anjos, de Gravataí. O CTG Bento Gonçalves, de Santa Maria, ficou entre os 15 melhores na modalidade.
MAIS
Carreata
Uma das novidades do Enart deste ano seria a realização de uma carreata antes da abertura do encontro, em Santa Cruz do Sul. A chuva acabou provocando o cancelamento da iniciativa, que pretendia divulgar ainda mais o evento
Moradores dos dois lados de Berlim ajudam a quebrar muro que dividiu a Alemanha por 28 anos
Uma ferida aberta
Os 20 anos da queda do Muro de Berlim mostram que a unificação da Alemanha ainda não superou a antiga separação
O Muro de Berlim se tornou símbolo de uma época repleta de agitação e perseguições políticas, de revoluções e divisões que ocorreram após a Segunda Guerra Mundial na Alemanha. Ao mesmo tempo, sua queda, em 1989, surpreendeu o mundo e representou um período de esperança e libertação no final do século 20. O fato de uma ditadura ser derrubada pelo povo, aliado à dissolução da fronteira interna entre os dois Estados alemães, constitui um dos acontecimentos históricos mais importantes e interessantes da história alemã.
No dia 9 de novembro de 1989, Berlim foi o palco de uma situação inesperada que surpreendeu não só os alemães, mas também cidadãos de outros países. Uma das fronteiras mais bem vigiadas do mundo, o Muro de Berlim, concebido e concretizado pela ditadura da Alemanha Oriental para impedir que seus habitantes emigrassem para a parte ocidental da cidade, foi tomada pelo próprio povo – sem armas nem confronto violento. Oito meses antes, em janeiro de 1989, o então dirigente comunista Erich Honecker afirmara que o Muro ainda duraria cem anos, se necessário. Até havia planos de implementar o “Muro High-Tech 2000”, baseado em sistemas eletrônicos de vigilância. Mas a história, ou melhor, os cidadãos da extinta República Democrática Alemã não queriam que ele durasse tanto.
Tão surpreendente como foi sua queda, o início da construção do Muro na calada da noite do dia 13 de agosto de 1961 chocou Berlim, pois separou famílias, amizades, relações amorosas ou profissionais sem aviso prévio. Antes de seu fechamento, milhares de berlinenses cruzavam diariamente a fronteira entre os setores leste e oeste, nos quais Berlim (e a Alemanha) foi dividida após a Segunda Guerra Mundial. Eles iam ao cinema, visitavam parentes ou amigos, faziam compras. Cerca de 12 mil berlinenses do setor ocidental trabalhavam no lado oriental, e 53 mil alemães orientais iam todas as manhãs para o trabalho no lado ocidental. Da noite para o dia, essa situação havia mudado.
O ‘fim do mundo’ para os alemães orientais
O Muro dividia Berlim ao meio e cercava todo o lado ocidental, por cerca de 155 quilômetros. Para os habitantes da Alemanha Oriental, parecia intransponível. Não tanto por sua altura de 3m60cm, muito mais pela forte vigilância da polícia, que tinha ordens para atirar em qualquer cidadão que tentasse ultrapassar a “área de fronteira interna”, uma faixa de cerca de 50 a 70 metros de largura antes do próprio Muro, iluminada por refletores potentes à noite. Essa “faixa da morte”, permanentemente controlada por guardas armados e contando com 300 torres de observação, constituía “o fim do mundo” para os alemães orientais. Antes de 1989, eles não conseguiam chegar perto do alto paredão de cimento que, no lado ocidental, ficou conhecido como Muro de Berlim. Muitos foram mortos – pelo menos 136 pessoas – ao tentar fugir para o outro lado da fronteira por meio de túneis, atravessando o rio a nado ou em barcos.
Nos meses que antecederam a queda do Muro, o lado oriental da assim chamada Cortina de Ferro havia começado a efervescer. Com o líder soviético Mikhail Gorbachev, que assumiu a potência comunista em 1985, começou a mudança de paradigmas. Ele propagou ao mundo os termos russos Glasnost (reforma política) e Perestroika (reestruturação econômica) e permitiu mais autonomia e democratização nos países do Pacto de Varsóvia, atenuando a Guerra Fria com o outro grande bloco econômico, o americano-capitalista. Na primavera europeia de 1989, a crise econômica e política do bloco soviético aumentou drasticamente.
Depois de grandes manifestações dos sindicalistas da indústria naval, a Polônia reagiu à crise permitindo a pluralidade partidária. A Hungria deixou de apoiar o cerceamento da população e retirou o arame farpado de sua fronteira com a Áustria, possibilitando a fuga de pessoas insatisfeitas, especialmente de alemães, para o ocidente. Os fugitivos que ocupavam a embaixada da Alemanha Ocidental em Budapeste e que exigiam a própria emigração foram um exemplo do desespero e da frustração dos alemães sob o velho aparato governamental do partido unitário socialista.
O começo dos protestos
Em seu próprio país, na cidade de Leipzig, os habitantes, sobretudo os jovens, começaram a se reunir nas igrejas e passaram a fazer manifestações de rua cada vez maiores às segundas-feiras. Os protestos pacíficos desafiaram os dirigentes e a máquina repressora da ditadura, culminando em uma passeata de 50 mil pessoas em Berlim, no dia 4 de novembro de 1989. A pressão pública aumentou e, cinco dias depois, durante uma tensa entrevista coletiva transmitida ao vivo no horário nobre da televisão, ocorre o inesperado: o cansado porta-voz da Alemanha Oriental, Günter Schabowski, ao responder às perguntas incisivas dos jornalistas, dá a entender que a permissão para ir ao outro lado da Alemanha, há tanto tempo desejada, poderia entrar em vigor imediatamente.
Era exatamente isso que os berlinenses separados pelo Muro há 28 anos queriam ouvir. Em poucas horas, formou-se uma multidão nos principais pontos de controle da fronteira em Berlim. Clamando energicamente pela abertura dos portões (“Tor auf! Tor auf!”), a massa crescente surpreendeu os policiais, que ficaram nervosos e inseguros, pois ninguém lhes havia dito como deveriam agir. Por volta da 22h30min, o chefe dos guardas em serviço no ponto de controle Bornholmer Strasse avisou seu supervisor: “Não dá mais para segurar. Nós temos de abrir o ponto. Vou suspender o controle e deixar as pessoas sairem.” Assim, devido a uma falha de divulgação das decisões tomadas pelo comitê central do partido, os pontos de controle foram abertos, permitindo a passagem dos cidadãos eufóricos. Foi algo inimaginável para os alemães: o povo, protestando pacificamente, domina uma ditadura, e o Muro de Berlim começa a desmoronar.
Hoje, passados 20 anos, a unificação alemã ainda não conseguiu fechar totalmente a ferida aberta pela antiga separação. Especialmente na Alemanha Oriental, que sofreu profundas mudanças sociais e estruturais, muitas pessoas ficaram sem emprego e sem alternativa, e tiveram de se adaptar às exigências do mercado. Assim, relevando as imposições e arbitrariedades do antigo regime, há alemães orientais que cultivam a nostalgia, ou “orientalgia” (“Ostalgie”) para alguns. A euforia e a festa pela queda do Muro de Berlim deram lugar à demorada cicatrização da ferida.
FONTE: ROSANI KETZER UMBACH|Professora de língua alemã e literatura comparada da UFSM
Fontes de consulta
- Die Berliner Mauer: Grenze durch eine Stadt, de Thomas Flemming. Editora Berlin-Brandenburg, 2000
- Der Fall der Mauer, de Hans-Hermann Hertle. Editora Westdeutscher Verlag, 1996.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, votou ontem pela extradição do ex-ativista político Cesare Battisti para a Itália, concluindo o julgamento no STF. Cinco ministros foram a favor da extradição, e quatro, contra
Estudantes da área da saúde protestaram no centro da cidade
Se o chamado ato médico for aprovado, todos os procedimentos que envolvam a saúde terão de passar por um profissional formado em Medicina. Para o paciente, pode não fazer muita diferença, mas, para os profissionais da saúde que não são médicos, a ideia não parece nada boa.
Insatisfeitos, universitários da área da saúde protestaram contra o projeto de lei, na manhã de sexta-feira, no Calçadão de Santa Maria. Eles querem que o ato médico não seja aprovado e alegam que estão estudando para desenvolver a profissão sem, necessariamente, precisar dos médicos.
– O ato médico irá restringir nossos direitos. Eles vão limitar as consultas. É quase um monopólio – afirma a estudante de Fisioterapia da UFSM Fabiana Pereira, 27 anos.
O projeto de lei prevê também que atos realizados até então por outras áreas da saúde passem a ser de exclusividade dos médicos – um dentista e um enfermeiro não poderão mais aplicar injeções em pacientes.
Para o diretor do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), Fernando Weber Matos, muitos profissionais da área da saúde realizam diagnósticos e tratamentos e acabam por invadir a área de atuação dos médicos.
– Um nutricionista pode diagnosticar uma gastrite no paciente e passar uma dieta a ele. Mas e se, por meio de um exame, ficar comprovado que é uma úlcera ou até um câncer? Se ele for a um consultório médico e diagnosticarmos uma doença que precisa de tratamento nutricional, iremos encaminhá-lo ao nutricionista – diz.
O protesto – Vestidos com jalecos, os estudantes sopravam apitos, batiam palmas e entoavam gritos de “Não ao ato médico”. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e agora está em nova análise da Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
– Não podemos ficar calados. Temos de nos manifestar – diz o estudante de Biomedicina da Unifra João Felipe Rezer, 21 anos.
A REPORTAGEM É DA JORNALISTA LÚCIO CHARÃO (Diário de Santa Maria - 14; 15/11/09)
MAIS
Caxias do Sul
Dezenas de estudantes e professores de Fisioterapia e de outros cursos da área da saúde fizeram uma caminhada na sexta-feira, em Caxias do Sul, para protestar contra o ato médico. Os manifestantes se reuniram na Praça Dante Alighieri, no Centro
Em reunião no dia 12/11/09, policiais de Santa Maria/RS defenderam a paralisação para pressionar o governo a alterar projeto
Pressão contra reajuste salarial
Policiais e professores ameaçam entrar em greve
Brigadianos e professores ameaçam entrar em greve nos próximos dias, em protesto aos projetos de reajuste salarial do governo do Estado. Ontem, cerca de 40 policiais militares de Santa Maria, que participaram de uma reunião para avaliar o índice salarial, decidiram apoiar a proposta de paralisação defendida pela Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar. O projeto para os servidores da segurança foi na quarta-feira para a Assembleia Legislativa.
A reivindicação é para que o reajuste se estenda a todos os policiais militares. O presidente da associação, Leonel Lucas, diz que a proposta deixa de fora os soldados que estão há mais de três anos na corporação, além de sargentos, tenentes e capitães. Além disso, os policiais reclamam do aumento da contribuição previdenciária. Pela proposta, o percentual passaria de 7,2% para 11% do salário.
– Além de não dar aumento, ainda vai nos tirar dinheiro com o projeto (da contribuição). Já fizemos greve em 1997, e está se encaminhando para fazermos de novo – diz Lucas.
À tarde, na Capital, o presidente da associação conseguiu, com a ajuda de deputados governistas, marcar para segunda-feira uma audiência com o chefe da Casa Civil, o caçapavano Otomar Vivian. Lucas pretende pressionar Vivian para alterar o projeto.
Presidente da Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia, o deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB) acredita que os projetos que chegaram na Casa são um avanço, porque aumentam os salários dos que ganham menos. No entanto, ele reconhece que algumas categorias não foram contempladas. Para isso ocorrer, ele diz que é preciso que os deputados não aprovem os projetos que dão reajuste aos que ganham altos salários. Assim, o Estado teria verba para dar aumento a outras categorias.
Já o deputado santa-mariense Fabiano Pereira (PT) diz que, ao oferecer 19% aos oficiais superiores e não incluir um aumento para os cabos, sargentos, tenentes e capitães, a governadora estará favorecendo quem ganha mais. Fabiano afirma que a oposição deve fazer uma pressão, sugerindo emendas ao projeto, na tentativa de contemplar todos os policiais.
Professores – Sem ainda conhecer o projeto de reajuste, o Cpers/Sindicato também fala em greve, caso o governo mande a proposta para a Assembleia sem negociação. Na quarta, representantes do sindicato se reuniram com o secretário de Educação, Ervino Deon, mas ele não apresentou a proposta. A presidenta do sindicato, Rejane Oliveira, diz que Deon foi avisado de que se o projeto for para a Assembleia sem o conhecimento da entidade, a greve estará anunciada. Ele prometeu negociar com a categoria.
A REPORTAGEM É DA JORNALISTA PRISCILA ABRANTES (Diário de Santa Maria - 13/11/09)
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Segundo o governo do Estado, os cofres públicos terão um impacto de R$ 118 milhões em 2010 com o reajuste dos soldados e oficiais da Brigada Militar
Confira as propostas que foram enviadas, na quarta-feira, à Assembleia Legislativa e afetam servidores da segurança. Também veja o projeto de reajuste do magistério e as propostas que atingem todos os servidores. Esses projetos ainda não foram para a Assembleia
Pacotão polêmico
Segurança pública:
Matriz salarial: Se o Estado tiver lucro, os servidores da Polícia Civil (exceto delegados), da Brigada Militar, do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) ganhão um percentual de 15%, que será distribuído entre as três categorias. Hoje, a lei prevê 10%. Para março de 2010, o projeto prevê, pelo menos, R$ 87 milhões para reajustes de salários, independentemente da receita arrecadada em 2009
Soldados: O projeto prevê 9,1% de aumento salarial a soldados em início de carreira. Somados a outros reajustes concedidos, esse índice garantirá a soldados ativos e inativos de níveis iniciais, um aumento de 19,9% em março de 2010. A remuneração inicial passará a R$ 1,2 mil. Soldados, que já ganham mais que R$ 1,2 mil, não terão reajuste, bem como sargentos, tenentes e capitães. Eles só ganharão o aumento na matriz salarial
Oficiais superiores: Prevê aumento de 19,9% para oficiais superiores da Brigada Militar (major, tenente-coronel e coronel)
Aumento de contribuições previdenciárias: O governo do Estado quer que integrantes da Brigada Militar paguem 11% em vez de 7,2% em contribuições previdenciárias, mesmo percentual dos servidores em geral. Com o aumento, seria possível continuar pagando pensão integral aos militares Professores
Piso salarial: Projeto cria um piso de R$ 1,5 mil para os professores que têm 40 horas. Atualmente, os professores não têm um piso salarial no Estado, mas um salário básico, que, para 40 horas, é de R$ 640, mais as vantagens acumuladas durante a carreira. O piso excluiria do reajuste, professores com pós-graduação e que já ganham mais de R$ 1,5 mil.
servidores:
14º salário: Os servidores que fixarem e cumprirem metas durante o ano terão direito a mais um salário. A gratificação será paga em duas parcelas, dependendo do cumprimento da meta semestral
Licença-prêmio: Projeto extingue a licença-prêmio e cria a licença capacitação.
O Hollywood Rock foi um festival musical idealizado pela empresa de tabacos Souza Cruz. O festival teve início em 1975, mas só voltaria a acontecer novamente em 1988. Logo depois, os anos que ocorreram o festival foram 1990, 1992, 1993, 1994, 1995 e 1996. Foi evento que começou um tanto modesto, viajando por diversas praias do país, mas ao longo dos anos adquiriu um reconhecimento internacional. O festival não aconteceu em 1989 e em 1991 (o último devido ao Rock in Rio 2 que acontece ao mesmo tempo no Rio de Janeiro).
Depois que uma lei foi aprovada pelo Senado Brasileiro proibindo companhias do tabaco e de álcool de patrocinar eventos cultural e esportivos, o festival foi cancelado.
As edições
Hollywood Rock (1975)
A primeira edição do Hollywood Rock (embora não seja oficial) ocorreu no campo do Botafogo, em 1975, e foi organizada por Nelson Motta. O festival rolou durante quatro sábados, e contou apenas com artistas nacionais. Dentre as atrações, estiveram Celly Campelo, Erasmo Carlos, Raul Seixas e os grupos O Peso e Vímana, que não chegou a tocar todo o repertório devido a problemas na aparelhagem. Destaque para o show de Rita Lee & Tutti-Frutti (o primeiro da cantora após sua saída dos Mutantes), e também a primeira apresentação dos Mutantes sem Rita Lee. Segundo Nelson Motta, o evento recebeu cerca de 10 mil pessoas a cada dia.
Hollywood Rock (1988)
A primeira edição oficial do Hollywood Rock ocorreu em janeiro de 1988, com 4 noites dos concertos em cada cidade. Os locais escolhidos para as apresentações eram o Estádio do Morumbi em São Paulo e o da Praça da Apoteose (seção final do Sambódromo) no Rio de Janeiro. O Supertramp, que encerrou o festival nas duas cidades, foi a grande estrela do evento. Já o UB40, que abriu para Simple Minds, também obteve uma boa resposta do público. A banda de reggae britânica distinguiu-se também por receber alguns convidados em sua apresentação, como o cantor Robert Palmer, a líder dos Pretenders Chrissie Hynde (que executou ao vivo seu famoso dueto com Ali Campbell do UB40"I Got You Babe") e Paralamas do Sucesso, que tinham tocado na mesma noite. Outras atrações internacionais foram Pretenders, Simply Red e Duran Duran.
Henry DeTamble (Eric Bana) sofre de uma rara modificação genética, que o faz viajar pelo tempo involuntariamente.
Numa de suas viagens, ele conhece a pequena Clare (Rachel McAdams), que se apaixona por ele imediatamente.
Anos após anos ela espera sempre no mesmo lugar que este estranho viajante retorne. Até que os dois finalmente se encontram e a paixão começa.
Porém, o curso da vida de Clare é normal e quando ela menos espera seu grande amor desaparece, sem data para retornar. Como poderia um romance suportar estas indas e vindas?
Há mais de 20 anos, os alienígenas fizeram seu primeiro contato com a Terra. Os seres humanos esperavam um ataque belicoso ou avanços gigantescos na tecnologia. Não aconteceu nem uma coisa nem outra. Em vez disso, os alienígenas se tornaram refugiados incapazes de retornar ao seu planeta. As criaturas foram alojadas em instalações improvisadas no Distrito 9 da África do Sul, enquanto as nações do mundo discutiam o que fazer com eles.
Agora, a paciência com a situação dos alienígenas já se esgotou. O controle sobre os ETs ficou a cargo da União Multinacional (MNU), uma empresa privada indiferente ao bem-estar dos alienígenas. A MNU registrará lucros exorbitantes se conseguir fazer com que as poderosas armas deles funcionem. Até o momento, todas as tentativas fracassaram, uma vez que a ativação desses armamentos exige o DNA alien.
Um pouco mais das 22 horas uma parte do país foi vítima de blecaute. Pela primeira vez na história todas as máquinas da hidrelétrica de Itaipu foram desligadas. Os estados atingidos foram: SP, RJ, PR, MS, GO, MG, SC, PE e DF. A situação mais grave foi no Rio de Janeiro. A segurança foi reforçada nas vias mais violentas. Um vendaval teria causado o blecaute, que derrubou duas linhas de energia simultaneamente.
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